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Lucro da Telefônica avança 262,7% no 2º trimestre, para R$ 3,16 bi

Receita líquida da operadora somou R$ 10,817 bilhões, aumento de 1,1% sobre o mesmo período de 2017

Luana Pavani, O Estado de S.Paulo

25 de julho de 2018 | 08h45

A Telefônica Brasil apresenta lucro líquido contábil no segundo trimestre de R$ 3,166 bilhões, o que representa um aumento de 262,7% na comparação com o mesmo período de 2017. A operadora de telecomunicações apresenta também o resultado pro forma – excluindo os efeitos da adoção da IFRS 151, referentes à nova metodologia de alocação de receitas de contratos com clientes, segundo o qual o resultado é de R$ 3,152 bilhões, 261,2% maior que no segundo trimestre do ano passado.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 5,183 bilhões, 46,9% maior, com margem Ebitda de 47,9%, esta 14,9 pontos porcentuais superior à do segundo trimestre de 2017.

Já no critério recorrente, o Ebitda ficou em R$ 3,732 bilhões, alta de 5,8% e com margem de 34,5%, 1,5 p.p. Maior. Esse dado exclui o efeito positivo de R$ 1,830 bilhão em função do trânsito em julgado no Superior Tribunal de Justiça, a favor da companhia, reconhecendo o direito da exclusão do ICMS da base de cálculo das contribuições ao PIS e Cofins; e despesas com adoção de modelo de "Risk Assessment" para cálculo de contingências trabalhistas (R$ 92,0 milhões); baixa de ativos ligados a depósitos judiciais (R$ 170,6 milhões); e relativa à reestruturação organizacional (R$ 116,9 milhões).

A receita líquida somou R$ 10,817 bilhões, aumento de 1,1% sobre o mesmo período de 2017. Já o resultado financeiro líquido apresentou melhora, passando a uma cifra positiva de R$ 1,471 bilhão ante R$ 264,3 milhões negativos no segundo trimestre do ano passado, o que a empresa atribui "ao impacto financeiro decorrente dos efeitos não recorrentes no trimestre, principalmente aqueles relativos à decisão judicial sobre o recolhimento de PIS/COFINS sobre ICMS, líquido das atualizações monetárias das contingências no período".

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