Lucro do BB atinge R$ 10,148 bilhões em 2009, o maior da história do setor

Resultado contábil representa alta de 15,3% ante o ganho de 2008; a carteira de crédito teve crescimento de 3,8%

Economia & Negócios,

25 de fevereiro de 2010 | 12h46

 O Banco do Brasil (BB) registrou em 2009 um lucro contábil de R$ 10,148 bilhões, alta de 15,3% na comparação com igual período do ano anterior. O resultado é o melhor da história bancária do Brasil, segundo dados da consultoria Economatica, superando o ganho do Itaú Unibanco em 2009, que foi de R$ 10,06 bilhões (veja tabela no final da página).

 

O lucro líquido recorrente (que não inclui fatores extraordinários) foi corrigido há pouco pelo Banco do Brasil para R$ 8,506 bilhões, alta de 27,2%.  Logo cedo, o banco havia informado soma de R$ 6,833 bilhões.

 

O retorno sobre o patrimônio líquido médio em 2009 ficou em 30,7%, abaixo dos 32,5% registrados em 2008.

 

O total de ativos do BB chegou ao final de dezembro em R$ 708,549 bilhões, um crescimento de 36%. Esse volume de ativos confirma o banco federal como a maior instituição financeira do País.

 

A carteira de crédito do banco federal ao final de dezembro era de R$ 300,829 bilhões, valor que indica um crescimento de 33,8% sobre o volume de empréstimos de dezembro de 2008.

 

No quarto trimestre de 2009, o banco registrou um lucro líquido recorrente de R$ 1,819 bilhão, valor que indica um crescimento de 11,9% na comparação com igual período de 2008. Contribuíram para esse resultado, principalmente, o maior volume de operações de crédito e as receitas com prestação de serviços.

 

Já o lucro líquido contábil, que inclui efeitos extraordinários, foi de R$ 4,155 bilhões, crescimento de 41,1% em relação ao quarto trimestre do ano anterior.

 

Considerando o lucro recorrente, o retorno sobre o patrimônio líquido médio ficou em 22,5% no quarto trimestre, ante 24,5% em igual período de 2008. Já o retorno sobre o PL médio levando em conta o lucro contábil ficou em 56,8% entre outubro e dezembro do ano passado, ante 47,4% de igual período de 2008.

 

 

(Com Ana Paula Ribeiro e Luana Pavani, da Agência Estado)

 

Texto atualizado às 9h34

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