Lucro do gestor de recursos BlackRock salta 77% no 4o tri

O BlackRock, maior gestor de ativos do mundo, divulgou nesta terça-feira um salto de 77 por cento no lucro do quarto trimestre apoiado por um rali nos mercados globais de ações.

AARON PRESSMAN, REUTERS

25 de janeiro de 2011 | 11h20

O lucro, antes de eventos não recorrentes, somou 670 milhões de dólares, ou 3,42 dólares por ação, ante 379 milhões de dólares, ou 2,39 dólares por ação um ano antes. A receita disparou 61 por cento, a 2,49 bilhões de dólares.

Com os mercados financeiros em espiral ascendente, a gigante de 3,6 trilhões de dólares criada quando o presidente-executivo, Laurence Fink, comprou a unidade de investimentos do Barclays por 15 bilhões de dólares apenas um ano atrás, finalmente parece estar se pagando para os investidores.

"As pessoas podem ver que eles conseguiram executar e integrar todas essas plataformas agora", afirmou Elizabeth Bramwell, gerente da Sentinel Growth Leaders, que detém ações da BlackRock.

"Eles têm a habilidade de oferecer uma diversidade de produtos e de geografias que não têm paralelo."

Os ativos sob gestão do grupo somavam 3,56 trilhões de dólares no final do quarto trimestre, um aumento de 6 por cento sobre um ano antes e ganho de 3 por cento durante o trimestre.

De acordo com padrões contábeis mais aceitos, o BlackRock teve lucro de 657 milhões de dólares no trimestre ante 256 milhões de dólares um ano antes.

Além de possuir ações de companhias brasileiras, o BlackRock foi escolhido na semana passada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para ser o gestor de um novo fundo formado por ações de empresas que compõem o Índice de Carbono Eficiente (ICO2), que terá cotas na Bovespa.

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