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Lucros de Peugeot e Nissan caem no 2o tri por terremoto no Japão

As montadoras começaram a mostrar os impactos do terremoto no Japão, com a francesa Peugeot Citroen alertando que os ganhos este ano serão afetados e com a Nissan Motor registrando uma queda de 10 por cento no lucro trimestral.

REUTERS

27 de julho de 2011 | 08h29

O terremoto seguido de tsunami que devastou o Japão em março teve efeito arrebatador na indústria automotiva mundial, em meio à destruição de diversas fábricas levando à escassez de peças em todo o mundo.

A Peugeot, segunda maior montadora da Europa, afirmou que sua divisão de automóveis sofrerá impacto de 300 milhões de euros no segundo semestre em decorrência do desastre, além de um aumento de custos de matérias-primas.

Já a Nissan, segunda maior montadora do Japão, apresentou nesta quarta-feira lucro operacional de 150,37 bilhões de iens (1,93 bilhão de dólares) entre abri le junho, queda de 10,4 por cento sobre um ano antes, mas acima da média de previsões de 70 bilhões de iens, segundo oito analistas consultados pela Reuters.

A Nissan manteve as estimativas de lucro operacional de 460 bilhões de iens e lucro líquido de 270 bilhões de iens para o ano fiscal que se encerra em março de 2012.

A Peugeot, por sua vez, informou que o lucro operacional recorrente do grupo ainda será maior que o nível do ano passado, mas que o plano de aumento da produtividade de longo prazo, revelado em 2009, deve equilibrar apenas parcialmente o impacto negativo do terremoto.

As receitas da Peugeot subiram 9,7 por cento no primeiro semestre, para 31,1 bilhões de euros (45 bilhões de dólares), beneficiadas por ganhos de mercado fora da Europa.

De janeiro a junho, o lucro operacional recorrente da divisão automotiva da companhia diminuiu para 405 milhões de euros, ante 525 milhões na relação anual. Excluindo o impacto do Japão, o ganho foi de 552 milhões de euros, segundo a Peugeot.

(Por Helen Massy-Beresford e Chang-Ran Kim)

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