Reprodução/New York Stock Exchange
Reprodução/New York Stock Exchange

Luiza Trajano toca o sino na abertura da Bolsa de NY

Presidente do conselho do Magalu, Trajano receberá prêmio de pessoa do ano na Câmara Brasil-Americana, também concedido ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e ao ex-ministro Henrique Meirelles

Redação, O Estado de S.Paulo

09 de maio de 2022 | 15h17

Luiza Trajano tocou o sino que marca a abertura das negociações de ações na Bolsa de Valores de Nova York nesta segunda-feira, 9. A tradição de tocar o sino na Nova York é mantida desde 1903, às 9h30. A ação de Trajano está ligada à premiação de pessoa do ano, que a empresária receberá da Câmara de Comércio Brasil-Americana.

O título também será concedido para a CEO da IBM, Birginia Rometty. A homenagem de pessoa do ano da Câmera Brasil-Americana também já foi concedida ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e a Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda.

A empresária brasileira, que presidiu o Magazine Luiza de 1991 a 2015 e hoje é presidente do conselho da companhia, vai dar uma palestra nesta segunda-feira no evento Brazil Summit, que reúne autoridades do governo, economistas e empresas para falar sobre o ambiente de negócios no País e a retomada econômica pós-covid-19

Em alta no cenário global de executivos, Trajano integrou a lista de pessoas mais influentes de 2021 feita pela revista americana Time, ao lado de nomes como o de Tim Cook, CEO da Apple. 

Inflação e juros

A premiação para a presidente do conselho do Magalu acontece em um período de alta da taxa de juros e da inflação que derrubam as ações da companhia na bolsa. No ano passado, os papéis da companhia foram os que tiveram a maior queda, chegando a mais de 70%, e a redução no valor das ações, do começo do ano até hoje, já chega a 41%.

Na última divulgação de resultados, a empresa reconheceu que teve dificuldade de lidar com a inflação. Segundo o presidente do Magalu Frederico Trajano, o Brasil vira um país de poucos por causa da redução do poder de compra da população de baixa renda, o que é "ruim para a economia e ruim para o Magazine Luiza".

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