Lula defende Angra 3 para garantir energia a partir de 2012

Presidente diz que energia nuclear ? alternativa frente a fontes mais poluentes

Agencia Estado

15 de junho de 2007 | 10h31

O presidente Luiz In?cio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira a constru??o da usina nuclear de Angra 3, durante inaugura??o da plataforma de petr?leo P-52, e afirmou que o pa?s precisa de mais energia se quiser crescer a n?veis superiores a cinco por cento ao ano na pr?xima d?cada."Tamb?m (vamos fazer) Angra 3. Para a gente crescer acima de cinco por cento, n?s temos que dizer aos investidores que n?o vai faltar energia nesse pa?s a partir de 2012, porque at? l? est? garantido", disse o presidente em discurso aos funcion?rios do estaleiro respons?vel pela constru??o da nova plataforma, que vai entrar em opera??o em setembro.Lula afirmou ainda que a energia nuclear ? uma alternativa a outras fontes, mais poluentes."N?s j? temos dito, a energia nuclear ? uma energia limpa, n?o polui, n?o emite CO2, portanto n?o vai causar efeito estufa no planeta Terra. Se for termel?trica de carv?o, sim, se for termel?trica de ?leo diesel, sim, mas essa nuclear n?o", acrescentou o presidente.Lula tamb?m minimizou os temores de um acidente nuclear como o que aconteceu em Chernobil, na Ucr?nia, quando esse pa?s ainda integrava a Uni?o Sovi?tica, em 1986.Segundo Lula, a tecnologia nuclear desenvolvida pelo Brasil ? de ponta, o que reduziria os riscos de acidentes. "A tecnologia do Brasil ? perfeita, posso dizer que nunca acontecer? no Brasil o que aconteceu em Chernobil."A constru??o da usina nuclear de Angra 3 est? na pauta da pr?xima reuni?o do Conselho Nacional de Pol?tica Energ?tica (CNPE), no pr?ximo dia 25.A expectativa ? de que a constru??o de Angra 3 seja aprovada na reuni?o do CNPE.O presidente disse ainda que voltar? ao Rio de Janeiro dentro de dez dias para lan?ar um programa de saneamento b?sico na regi?o metropolitana do Estado, com um custo de 2 bilh?es de reais, que estava inclu?do no Programa de Acelera??o do Crescimento (PAC).

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.