Lula libera R$ 335,5 milhões para PAC no Amazonas

Segundo o presidente, PACs regionais são possíveis porque o País "tem credibilidade para atrair investimentos"

Liege Albuquerque, do Estadão,

21 de setembro de 2007 | 05h39

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou em Manaus convênios no valor de R$ 335,5 milhões do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) para o Amazonas. O destino previsto é a construção de 243 mil casas, ações de combate à malária e construção no interior do Estado de sistema de captação e armazenamento de chuvas, o Prochuva. Lula assinou os convênios no início da noite de quinta-feira, 20, em um centro de convenções no Amazonas. A platéia de 3 mil pessoas aguardou mais de três horas de atraso por causa da assinatura de acordo com o presidente venezuelano Hugo Chávez. Um grupo de 30 pessoas que protestava contra a visita de Lula foi impedido de entrar no centro de convenções. Liderados pelo agricultor Airton Vieira, o protesto era contra demarcação de terras indígenas contínuas em Roraima. Em um discurso de 40 minutos, Lula repetiu que as ações dos PACs regionais só são possíveis porque o País "tem credibilidade para atrair investimentos". "Não precisamos ficar hoje mendigando em Washington como no governo passado. Em sete meses entraram no País mais de R$ 7 bilhões de investimentos", afirmou. Depois da assinatura, o presidente seguiu para o hotel Tropical, onde teria um jantar com o presidente do Equador, Rafael Corrêa. Pela manhã, segue para São Gabriel da Cachoeira, a 858 quilômetros de Manaus, o município que concentra o maior número de etnias do Estado (65) e onde o presidente vai lançar o PAC indígena.

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