Qilai Shen/EFE
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McDonald's quer abrir mais 300 restaurantes na China e tornar o país seu segundo mercado

Plano é chegar a 3.500 restaurantes até 2020, o que deixaria o mercado chinês atrás apenas dos EUA; rede tem tido problemas para encontrar colaboradores na região

O Estado de S.Paulo

31 Março 2016 | 10h34

SÃO PAULO - O McDonald's procura um parceiro na Ásia para acelerar seus planos de expansão na região, que incluem a abertura de mais de 1,5 mil unidades na China, Hong Kong e Coreia do Sul.

Apenas na China, a rede de fast food pretende expandir sua base atual de 3.200 lanchonetes para 3.500 até 2020, afirmou o executivo-chefe da companhia, Steve Easterbrook, acrescentando que o país deve se tornar o segundo maior mercado da empresa, ultrapassando o Japão e atrás apenas dos Estados Unidos.

Em mercados mais desenvolvidos, o McDonald's adota o modelo de franquias e licenciamentos. Em países emergentes, por outro lado, a rede tem preferido o modelo - mais custoso - de operar suas próprias unidades, para assegurar a qualidade e o crescimento do negócio.

O McDonald's tem tido problemas para encontrar colaboradores na região. No ano passado, a rede anunciou planos de vender seus restaurantes em Taiwan e no Japão para um franqueador. Desde então, o negócio ainda não foi fechado.

Easterbrook tem trabalhado para reformular o modelo de negócios da companhia, incluindo a venda de unidades próprias para franqueadores e a eliminação de níveis gerenciais dentro da estrutura da empresa. Ele pretende elevar a fatia das unidades franqueadas de 81% para 90%, repassando mais de 3.500 restaurantes a franqueadores até 2018. 

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