Shannon Stapleton/ Reuters
Shannon Stapleton/ Reuters

Na ONU, Dilma defende união dos países no combate à crise

'É importante encontrarmos soluções coletivas, rápidas e verdadeiras', disse a presidente

Economia & Negócios,

21 de setembro de 2011 | 10h55

Em discurso na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a presidente do Brasil Dilma Rousseff defendeu a união dos países no combate à crise fiscal que atinge as nações da Europa e EUA. "É importante encontrarmos soluções coletivas, rápidas e verdadeiras", afirmou.

A 66ª Assembleia-Geral da ONU ocorre em Nova York. Ao começar seu discurso, Dilma falou que o mundo vive um momento extremamente delicado. "O mundo vive um momento extremamente delicado, mas ao mesmo tempo de uma grande oportunidade histórica", disse. "Ou nos unimos todos e saímos vencedores ou sairemos todos derrotados", disse.

Segundo ela, a crise não pode ser administrada apenas por poucos países. "A solução para as dívidas deve ser combinada com expansão econômica", afirmou. A presidente disse que os países desenvolvidos devem coordenar estímulos a debilitados, mas os países emergentes podem ajudar.

Dilma falou em uma crise econômica, de governança e de coordenação política. "Não haverá retomada da confiança sem esforço de coordenação", disse.

O desemprego, que se amplia, também foi assunto do discurso. "É a face mais amarga da crise. É vital combater essa praga e impedir que se alastre."

Dilma defendeu a continuidade da reforma de instituições multilaterais e do controle à guerra cambial.

Brasil

Sobre o País, a presidente afirmou que o governo mentem gastos sob rigoroso controle. E ainda emendou: "estamos tomando medidas adicionais".

Segundo ela, houve fortalecimento do mercado interno, da política de distribuição de renda e promoção de renovação tecnológica. "Cumpriremos meta de erradicar pobreza extrema no Brasil", diz.

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