Não há definição sobre recursos que integrarão carteira do Eximbank, diz Coutinho

Segundo ele, novo banco, que deverá ser uma subsidiária do BNDES, não precisa de aportes financeiros

Renata Veríssimo e Célia Froufe, da Agência Estado,

29 de março de 2010 | 11h56

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse há pouco que ainda não está definido se os recursos do Proex, programa de estímulo à exportação administrado pelo Banco do Brasil, e do Fundo Garantidor das Exportações (FGE) integrarão a carteira do futuro Eximbank que será criado pelo governo. "Ainda estamos ultimando entendimentos com o Tesouro. Ainda não tem definição", afirmou Coutinho, ao chegar para a solenidade de lançamento da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, o chamado PAC 2.

 

Ele explicou, no entanto, que o novo banco, que deverá ser uma subsidiária do BNDES, não precisa de aportes financeiros porque o BNDES já tem uma carteira de comércio exterior. "Ela pode ser transferida para a subsidiária. Queremos fazer isso de maneira mais econômica e racional", explicou.

 

Ele informou também que, paralelo à discussão para a criação do Eximbank, também há uma análise sobre a composição do funding do BNDES. "Temos essa discussão, mas não tem a ver com o Exim", disse.

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