Nippon Steel & Sumitomo miram mais cortes de gastos em estreia no mercado

O presidente da Nippon Steel & Sumitomo Metal Corp disse que a companhia, que surgiu recentemente formando a segunda maior siderúrgica do mundo, irá fazer mais cortes de custos em uma tentativa de combater a queda no preço do metal.

YUKO INOUE, Reuters

30 de setembro de 2012 | 16h07

A empresa de 22,45 bilhões de dólares foi formada no último ano após ambas companhias sofrerem quedas nos lucros por vários anos, resultado de um yen forte e da competição com concorrentes asiáticos, que tem rápido crescimento e menores custos.

Como a nova companhia estreia segunda-feira na bolsa de Tóquio troca, o presidente-executivo Shoji Muneoka disse que a empresa vai avançar com novas medidas de cortes de custos em março, com o objetivo de cortar 150 bilhões de yens( 1,9 bilhões de dólares) em custos anuais até 2015.

"As perspectivas de mercado são incertas devido a um hiato de demanda e grande oferta na Ásia", disse Muneoka um pequeno grupo de jornalistas em 24 de setembro. A liberação de seus comentários foi embargado até 1o de outubro.

A Nippon Steel e Sumitomo não está sozinha ao sentir o aperto da queda dos preços do aço, que tem levado a uma desaceleração do crescimento econômico da China, com retração na demanda europeia.

A maior siderúrgica da China, a Baosteel, disse na semana passada que havia suspendido uma planta com produção de 3.000 mil toneladas por ano em uma das primeiras declarações públicas de um desligamento no maior mercado do mundo para o metal.

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