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Reuters
Reuters

Obama diz que acordo sobre dívida tem que incluir aumento de impostos

Em discurso a jovens, o presidente norte-americano reforçou que o caminho para um acordo passa pelo aumento de impostos também

Agência Estado,

22 de julho de 2011 | 13h01

O presidente dos EUA, Barack Obama, transmitiu nesta sexta-feira em sua mensagem a jovens eleitores o objetivo de encontrar uma 'abordagem equilibrada' para cortar o déficit do país. Obama afirmou que quer acabar com benefícios fiscais para empresas de petróleo e gestores de fundos de hedge em vez de cortar gastos com educação.

Durante uma audiência de estudantes e professores da Universidade de Maryland, o presidente americano reforçou que está comprometido com o pacote de redução de déficit que inclui aumentos de impostos. 'Se nós não tivermos receita para ajudar a fechar essa lacuna, então muitas pessoas serão prejudicadas. E isso não faz qualquer sentido. Isso não é justo'.

O discurso de Obama ocorre em meio a um esforço da Casa Branca e líderes do Congresso para fechar um acordo sobre como reduzir o crescente déficit do país e impedir que os Estados Unidos deixem de pagar sua dívida.

A pressão sobre os parlamentares é grande. Se o Congresso não elevar o teto dda capacidade de endividamento país até 2 de agosto, os EUA declararão default de suas obrigações, possivelmente agitando os mercados financeiros e trazendo o risco de uma recessão jo país, com reflexos no mundo.

Obama se mostrou confiante de haverá acordo para aumentar o teto da dívida. Fontes que participam das discussões afirmam que o presidente dos EUA e o porta-voz da Câmara dos Representantes, JohnBoehner, estão se movimentando em direção a um acordo. O plano em estudo cortaria até US$ 3 trilhões em gastos e revisaria o código tributário até o final do próximo ano para levantar até US$ 1 trilhão.

Perguntado sobre se a emenda 14 da Constituição oferece margem de manobra para elevar o teto da dívida da nação sem aprovação do Congresso, Obama respondeu que seus advogados não estão convencidos que é esse um 'argumento correto.'

As informações são da Dow Jones.

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