OGX confirma potencial produtivo de prospecto Ingá

A OGX, braço de petróleo e gás natural do grupo EBX, do empresário Eike Batista, finalizou o teste de formação do poço 1-OGX-18-RJS, do bloco BM-C-40, nas águas rasas da bacia de Campos, onde a empresa detém 100 por cento de participação.

REUTERS

27 de setembro de 2010 | 11h23

O teste confirmou um potencial de produção entre 8 e 12 mil barris de petróleo por dia em poço vertical e de 25 a 35 mil barris por dia em poço horizontal. O óleo encontrado é de boa qualidade: 27 graus API.

Segundo o diretor geral da OGX, Paulo Mendonça, a tendência é produzir apenas no poço horizontal e o objetivo é começar o mais rápido possível.

"As modernas técnicas recomendam produzir no poço horizontal", disse Mendonça à Reuters, informando que está em plena negociação de equipamentos para iniciar a produção em Ingá. "Estamos correndo atrás", afirmou.

O poço OGX-18, conhecido como prospecto Ingá, foi perfurado até uma profundidade de 2.260 metros.

"A realização de mais um teste de formação nesta porção da bacia de Campos, atingindo altas produtividades, representa um importante passo na busca do conhecimento das características dos reservatórios...", afirmou em um comunicado a OGX, sem prever no entanto o início da produção.

A empresa informou ainda que a sonda Ocean Lexington, utilizada na perfuração deste poço e na realização do teste, será deslocada para o poço OGX-2, descoberta de Pipeline, no bloco BM-C-41, a fim de coletar informações adicionais dos reservatórios existentes.

A OGX prevê para 2011 o seu primeiro óleo, que será produzido no campo de Waimea, no bloco BM-C-43, na bacia de Campos.

(Por Denise Luna)

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