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OGX faz descoberta no OGX-19 e leva nova sonda a Campos

A petroleira OGX informou nesta quinta-feira que foi identificada presença de hidrocarbonetos, com indicativo de óleo leve e gás, na seção santoniana do poço 1-OGX-19A-RJS, no bloco BM-S-58, águas rasas da Bacia de Santos.

REUTERS

30 de setembro de 2010 | 17h05

"Esta nova descoberta confirma a presença de um importante play de idade santoniana em nossos blocos de Santos, revelando a presença de hidrocarbonetos leves em reservatórios arenosos de boa porosidade", afirmou o diretor geral da empresa, Paulo Mendonça, em comunicado.

A OGX é proprietária integral do bloco. Segundo ela, foi identificada uma coluna de hidrocarbonetos de aproximadamente 145 metros e net pay em torno de 40 metros em reservatórios arenosos da seção santoniana do poço OGX-19A, prospecto Aracaju.

A perfuração do poço encontra-se em andamento até a profundidade total estimada de 5.250 metros.

O poço está a 112 km da costa onde a lâmina d'água é de aproximadamente 172 metros. A sonda Ocean Quest iniciou as atividades de perfuração no local no dia 13 de agosto de 2010.

NOVA SONDA

A empresa informou que a sua sexta sonda semissubmersível, a Pride Venezuela, já está no Rio de Janeiro e entrará em operação nos próximos dias no prospecto Waikiki, na bacia de Campos. O contrato, feito junto à Pride International, vale por um ano, podendo ser prolongado.

A Pride Venezuela chegou ao Rio de Janeiro no último dia 6, segundo nota da OGX, vinda de um estaleiro em Dubai, onde passou por uma modernização de equipamentos. A unidade ainda teve ajustes no Estaleiro Mauá, na baía de Guanabara (RJ). A unidade tem capacidade para perfurar poços de até 7.600 metros de profundidade, em lâmina d'água de 457 metros.

"No momento, a sonda já se encontra na primeira locação, no prospecto Waikiki, localizado no bloco BM-C-39, na bacia de Campos", informou em nota a empresa.

Essa é a sexta sonda marítima a serviço da OGX nas bacias de Campos e Santos, onde a empresa já realizou diversas descobertas e concluiu a perfuração de 16 poços como operadora.

A OGX também contratou uma unidade do tipo Jack-up, a Ocean Scepter, que já está no Brasil mas ainda não iniciou suas atividades na bacia do Pará-Maranhão, região onde a empresa descobriu "meia-Bolívia" em gás em agosto, segundo o seu controlador, o empresário Eike Batista. Segundo a OGX, as reservas nesta bacia terrestre são de até 15 trilhões de pés cúbicos.

(Por Marcelo Teixeira e Denise Luna)

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