Oi contrata terceirizados da área de infraestrutura

A operadora de telefonia Oi contratou cerca de 4,4 mil colaboradores, que eram terceirizados, em atividades de supervisão e gerenciamento de redes, até manutenção e operação de equipamentos. "Trouxemos este corpo de colaboradores para mais perto da nossa gestão", afirmou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o diretor de operações de redes da Oi, José Cláudio Gonçalves.

RODRIGO PETRY, Agencia Estado

04 de julho de 2013 | 19h17

Segundo ele, o planejamento e a análise para essa migração era discutido desde o início do ano, mas ganhou força com a chegada de Zeinal Bava à presidência da empresa, no mês passado. Antes, Bava atuava como presidente do comitê de engenharia, redes, tecnologia, inovação e ofertas de serviços da Oi. O novo comandante da companhia tem enfatizado, internamente, que avanços tecnológicos são fundamentais para companhia.

O novo desenho de gestão da planta interna atinge as centrais de telecomunicações de telefonia fixa, de equipamentos de transmissão, de plataformas de dados e de operações de telefonia móvel distribuídas pelo País. "Não será um cronograma rápido (de acomodação), que vai demorar ao menos um ano", disse Gonçalves. Junto, haverá um reforço de capacitação dos profissionais, assim como a revisão dos processos desempenhados por eles.

O diretor da Oi não quis informar os valores, em termos de aumento de custos operacionais, que a internalização vai gerar. "Mais do que o aumento do custeio, o importante é a estratégia para melhoria na qualidade e prestação dos serviços."

Gonçalves ressaltou, porém, que a medida era essencial, já que a atividade operacional e de manutenção de equipamentos de operadoras de telefonia do mesmo porte e características da Oi, em outros países, são feitas por quadros próprios.

Além disso, segundo ele, como os profissionais, de atividades técnicas específicas, atuavam contratados por outras operadoras de infraestrutura de telecomunicações, sempre havia riscos de indisponibilidades. "Agora vamos ter um maior controle e gerenciamento das nossas redes", previu.

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