País sediará CorpCo com mais de 100 milhões de clientes

A Oi informou nesta quarta-feira, 02, que deve combinar as atividades e

FÁTIMA LARANJEIRA, Agencia Estado

02 Outubro 2013 | 07h44

negócios desenvolvidos pela empresa no Brasil e pela Portugal Telecom em Portugal e na

África (ver nota publicada às 5h01). A empresa, chamada de CorpCo, que envolverá os acionistas da Oi, da Portugal Telecom e da Telemar, terá sua sede no Brasil, com operações envolvendo uma população de 260 milhões de pessoas e mais de 100 milhões de clientes.

Segundo fato relevante da Oi publicado nesta madrugada (ver nota das 5h01), a operação será norteada pelas seguintes premissas. Haverá continuidade das marcas comerciais das operações da Oi e da Portugal Telecom nas suas respectivas regiões de atuação, observado o controle e gestão única e comum pela CorpCo e a consolidação da aliança, possibilitando maximizar sinergias, reduzir riscos operacionais, otimizar eficiência de investimentos e garantir melhores práticas.

A base acionária da TelPart, da Oi e da Portugal Telecom serão consolidadas unicamente em ações ordinárias negociadas no Novo Mercado da BM&FBovespa, na NYSE Euronext Lisbon e na NYSE.

Como resultado da operação, estima-se que as atividades combinadas das companhias permitirão uma geração de fluxo de caixa positivo na segunda metade de 2015.

Segundo o fato relevante, haverá a pulverização da base acionária da CorpCo, que, após consumada a operação, não terá acionista ou grupo de acionistas vinculados que detenham a maioria do capital. Outra premissa da operação é o fortalecimento a estrutura de capital das companhias integradas, facilitando seu acesso a capital e recursos financeiros.

"A operação permitirá que a CorpCo acelere a geração de sinergias operacionais e financeiras, no valor presente líquido de aproximadamente R$ 5,5 bilhões e se beneficie do aumento de escala e das suas posições de liderança nos mercados brasileiro e português", afirmou a Oi no documento.

Mais conteúdo sobre:
OiCorpCo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.