Para MAN, real forte pode afetar suas operações na AL

O executivo-chefe da empresa de caminhões alemã MAN, Georg Pachta-Reyhofen, disse que o fortalecimento do real ante o euro e outras moedas pode afetar suas operações na América Latina, que têm importante participação no resultado total da empresa. Ao divulgar seu balanço do segundo trimestre, a companhia confirmou planos para produção de 150 mil caminhões e ônibus este ano, com projeções de que 70 mil sejam produzidos na América Latina. A empresa disse que a demanda do Brasil continua forte.

CYNTHIA DECLOEDT, Agencia Estado

28 de julho de 2011 | 13h29

A MAN informou que as encomendas, indicador de negócios futuros, subiram 18% em base anual no segundo trimestre, para 4,41 bilhões de euros. Por conta de tal elevação, puxada pela demanda por caminhões, a MAN elevou sua projeção de crescimento nas receitas para o ano. "Para todo o ano, esperamos crescimento nas receitas de entre 10% a 15%", disse Georg Pachta-Reyhofen. Anteriormente, a MAN havia estimado expansão de entre 7% a 10% nas receitas em 2011.

No segundo trimestre, a MAN, que atua também na área de engenharia, disse que seu lucro líquido quase dobrou, para 287 milhões de euros, de 153 milhões de euros no mesmo período do ano passado. O lucro operacional subiu para 437 milhões de euros, de 276 milhões de euros. O lucro antes de impostos avançou para 391 milhões de euros, de 216 milhões de euros no segundo trimestre de 2010. As receitas subiram para 4,24 bilhões de euros, de 3,61 bilhões de euros no mesmo período do ano passado. As informações são da Dow Jones.

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