Patins tecnológicos prometem mobilidade e aventura

Produto custa a partir de R$ 1,12 mil nos EUA e  está sendo lançado para quem quer evitar caminhadas e também o automóvel nos deslocamentos urbanos

Economia & Negócios

30 de julho de 2014 | 15h00

SÃO PAULO - Patins e skates com propulsão a jato são comuns em histórias em quadrinhos e desenhos animados, mas agora uma empresa da Califórnia está apresentando ao mercado os primeiros patins motorizados de alta tecnologia que se tem notícia.

Os patins motorizados da Action vão ajudar os fãs de aventuras a deslizar por aí sobre rodinhas com motores elétricos que atingem até 19 quilômetros por hora.

Os patins RocketSkates são apresentados como "ideais para percursos longos demais para se ir a pé e curtos demais para se usar carro".

A ideia do fundador e diretor técnico da empresa, Peter Treadway, é atender à necessidade de moradores de centros urbanos que não querem caminhar muito mas também preferem não enfrentar o trânsito de carro.

"No final dos anos 1950, as pessoas estavam prevendo coisas como carros voadores, skates a jato e patins com foguetes", disse Treadway, explicando o que o motivou a desenvolver o produto. 

Os patins são equipados por motores nas rodas dianteiras, e levam baterias de lítio-íon na parte traseira com autonomia de uma hora e meia. Os dois pés dos patins 'falam' um com outro através de microprocessadores, de modo que ambos mantêm a mesma velocidade.

Os três modelos disponíveis no varejo custam por US$ 499, US$599 e US$ 699, dependendo da capacidade de peso e tamanho. Em reais, o preço vai de R$ 1,12 mil a R$ 1,57 mil.

 

Como funciona. Para andar, basta apertar o skate para frente para acionar o motor. Inclinando o pé para trás, um freio elétrico é acionado. Inclinando um pouco mais, aciona-se um freio mecânico.

Um aplicativo para smartphone exibe informações como duração da bateria, quilômetros percorridos e sugestões de rotas e velocidade. 

Treadway espera que os patins possam entrar em produção em massa, na China, até o final de setembro. A empresa levantou até agora US$ 300 mil pela internet com investidores dispostos a colaborar no projeto.

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