Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem 2 mil em uma semana

Os pedidos iniciais para auxílio-desemprego recuaram para 387 mil

Reuters,

21 de junho de 2012 | 10h09

O número de norte-americanos solicitando novos pedidos de auxílio-desemprego teve pouca variação na semana passada, de acordo com dados do Departamento do Trabalho divulgados nesta quinta-feira, o que sugere que o mercado de trabalho está sofrendo para recuperar a dinâmica.

Os pedidos iniciais para auxílio-desemprego caíram em 2 mil, para 387 mil, segundo dados ajustados sazonalmente. O número da semana anterior foi revisado para 389 mil ante 386 mil previamente reportado.

Economistas consultados pela Reuters esperavam que os pedidos caíssem para 380 mil na semana passada. A média móvel de quatro semanas para novos pedidos, considerada uma medida melhor das tendências do mercado de trabalho, subiu em 3.500, para 386.250 -o maior nível desde o começo de dezembro.

Os dados dos pedidos cobrem a semana de pesquisa do relatório de emprego excluindo o setor agrícola de junho, e aponta para pequena ou nenhuma melhora em relação à contagem de criação de 69 mil vagas em maio. Os pedidos subiram em 15 mil entre os períodos de pesquisa de maio e junho.

A fraqueza no mercado de trabalho motivou o Federal Reserve (banco central norte-americano) a afrouxar ainda mais sua política na quarta-feira, ao estender um programa vende títulos de curto prazo para comprar bônus com prazos mais longos, reduzindo o custo dos empréstimos.

A chamada Operação Twist, que iria expirar no final deste mês e agora durará até o final do ano, foi ampliada em 267 bilhões de dólares. Boa parte da recente fraqueza no mercado de trabalho tem acontecido por causa de declínios nas contratações.

(Reportagem de Lucia Mutikani)

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