Pela primeira vez temos mais trabalhadores formais, diz Lula

Presidente destacou ações do governo, que combinaram crescimento econômico, expansão da renda do trabalhador e empregos formais

Karla Mendes, Fabio Graner, Adriana Fernandes e Eduardo Rodrigues, da Agência Estado,

15 de dezembro de 2010 | 14h27

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou ainda em seu discurso as ações do governo no plano econômico, que combinaram crescimento econômico, expansão da renda do trabalhador e empregos formais. "As taxas de desemprego estão nos menores níveis em décadas: 6,1%. Pela primeira vez, temos mais trabalhadores formais que informais", comemorou.

Lula destacou também as ações dos oito anos de sua gestão, que transformaram o combate à fome em "causa nacional", garantindo aos brasileiros pelo menos três refeições diárias. O presidente enfatizou também o fortalecimento da agricultura familiar e o assentamento de 586 mil famílias.

A mudança do posicionamento do Brasil, que passou de devedor a credor internacional, também foi comemorada. "Pela primeira vez, o Brasil é credor externo e emprestou ao Fundo Monetário Internacional (FMI)", comemorou Lula.

Ele lembrou que, no início de sua gestão, em 2003, o Brasil tinha apenas US$ 80 bilhões em reservas internacionais e que hoje esse montante é de US$ 285 bilhões só no Banco Central. "E ainda emprestamos US$ 14 bilhões ao FMI", lembrou. "Isso explica porque as empresas de capital aberto do setor produtivo alcançaram a maior rentabilidade dos últimos anos", ressaltou.

Lula destacou também os recordes sucessivos das exportações agrícolas. "Teremos a maior safra de grãos em 2010: 148 milhões de toneladas", afirmou.

Ele também fez questão de ressaltar o papel do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Hoje o estado está se tornando de fato um indutor do desenvolvimento. O PAC transformou o País em um imenso canteiro de obras, mudou a cara de nossa sociedade", afirmou.

O presidente citou que, por meio do PAC, foi possível oferecer moradia digna à população e retomar os investimentos na indústria naval e ferroviária. "Há 18 anos esse país não produz um trilho porque teve um momento em que se pensou em acabar com as ferrovias", criticou. Ele destacou que o País está vivendo um "longo e duradouro processo de desenvolvimento" e que esse progresso econômico "beneficia a todos", inclusive regiões do País, como o Nordeste, que estavam excluídas desse processo.

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