Petrobras e Braskem podem investir até US$ 2,5 bi no Peru

Empresas brasileiras devem implementar um projeto petroquímico no país, que é rico em gás natural

Reuters e Agência Estado,

17 de maio de 2008 | 18h14

As brasileiras Petrobras e Braskem podem investir até US$ 2,5 bilhões em projetos petroquímicos no Peru, país rico em gás natural, disse o gerente-geral da filial peruana da Petrobras, Pedro Grijalba. Os presidentes brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e peruano, Alan Garcia, assinaram uma série de acordos que incluem compromissos por parte das empresas do Brasil de estudar a possibilidade de construção de novas fábricas no crescente setor de gás do Peru. "Para a planta de metano, estamos falando entre 800 milhões e 1 bilhão de dólares", afirmou Grijalba. A Petroperu, petrolífera estatal peruana, pode participar da construção. Segundo informações do site do governo peruano, em comunicado conjunto, García e Lula afirmaram que ambos os países atravessam uma "nova e promissora etapa em sua aliança estratégica" e que "decidiram concentrar esforços em temas específicos de mútuo interesse, como a cooperação energética e o desenvolvimento fronteiriço". O acordo de integração energética, assinado pelos ministros de Minas e Energia dos dois países, Edson Lobão e Juan Valdivia Romero, permitirá o desenvolvimento de projetos hidrelétricos para a exportação de energia. No encontro dos chefes de Estado, foram firmados ainda convênios complementares e acordos prévios de cooperação técnica e científica, visando a modernização da administração pública no Peru, a prevenção, combate e erradicação do trabalho infantil, além de projetos de biocombustíveis e de vigilância sanitária em portos, aeroportos e fronteiras do Peru.

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