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Petrobras: não há previsão para aprovar plano de negócio

O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, disse hoje que a companhia não tem previsão de quando deverá aprovar seu Plano de Negócios para o período de 2011-2015. "Nós estamos constantemente analisando. Estamos debruçados o tempo todo sobre ele", disse, em rápida entrevista após participar de evento promovido pela Statoil no Rio.

KELLY LIMA, Agencia Estado

25 de maio de 2011 | 12h20

Estrella não quis dar detalhes do plano para sua área e evitou tecer comentários sobre o que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, teria dito em palestra hoje durante evento na Noruega. Segundo agências internacionais, o executivo teria comentado que será necessário triplicar o número de plataformas até 2020, das atuais 15 para 53 unidades. Nas notícias veiculadas não foi especificado a que plataformas Gabrielli se referia. Para Estrella, a área de Exploração e Produção está baseada em um "conceito central", que é a "imprevisibilidade".

"Trabalhamos com a perfuração de novos poços e ampliação de conhecimentos para poder aumentar a previsibilidade para cada área. Falar num longo prazo é apenas uma questão de estimativas, mas realmente nossos esforços são para aumentar muito os números de plataformas, sondas e todos os equipamentos, para elevar nossa produção", disse.

Licitação

Estrella disse ainda que a companhia já encerrou o primeiro processo de licitação para a contratação de 28 sondas de perfuração para o pré-sal e que deve lançar em breve um novo processo. "Estamos ainda estudando a estratégia deste novo processo contratual", disse, sem querer confirmar se a licitação será por afretamento ou se será um novo processo para aquisição dos equipamentos. Estrella também não soube dizer quando deverá ocorrer o lançamento desta nova licitação.

Do primeiro processo, apenas sete foram contratadas junto ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS). O diretor descartou a possibilidade, que vinha sendo ventilada, de a empresa Sete Brasil - na qual a Petrobras tem participação de 10% - assumir negociação direta com as companhias que ficaram em segundo, terceiro e quarto lugar no processo de licitação anterior.

Estrella comentou ainda que a primeira fase do processo deu à Petrobras a experiência necessária para que esta segunda licitação possa transcorrer de maneira mais rápida. "Vamos ser mais ágeis", comentou. Segundo ele, os contratos para estas sondas podem ser assinados ainda em 2011.

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