Petrobras vê capacidade plena no Golfo em 2 a 3 anos

O projeto da Petrobras nos campos de gás e petróleo Cascade e Chinook, no Golfo do México, poderá alcançar o topo da sua capacidade estimada em dois ou três anos, afirmou Cesar Palagi, gerente de ativos da Petrobras America. A exploração em águas profundas, na região de Walker Ridge do Golfo, será feita por meio do sistema flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo (FPSO), navio que tem capacidade de 80 mil barris de petróleo por dia.

CLARISSA MANGUEIRA, Agencia Estado

26 de fevereiro de 2010 | 18h13

"Se os poços forem muito bons, a capacidade será alcançada dentro de dois anos", disse o executivo. Independentemente disso, a capacidade plena poderá ser atingida "a qualquer momento entre dois ou três anos", disse ele. Segundo Palagi, o projeto, que vai extrair petróleo e gás dos campos de Cascade e Chinook, deve iniciar a produção em meados de 2010.

A maior parte do trabalho de infraestrutura submarina e da plataforma FPSO está terminada, mas os poços precisam ser concluídos. "Essa é a operação mais desafiadora em todo o projeto", ressaltou o executivo. A Petrobras, que possuía anteriormente 50% de Cascade, comprou recentemente a participação remanescente da Devon Energy, e agora é proprietária de todo o campo. De acordo com Palagi, a compra foi uma boa oportunidade de negócios para a Petrobras. As informações são da Dow Jones.

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