Petrópolis fará no Brasil cerveja de mosteiro alemão

A cervejaria Petrópolis, dona das marcas Itaipava e Crystal, convenceu um milenar produtor alemão da Baviera que seria capaz de reproduzir para o mercado nacional a reverenciada marca Weltenburger em quatro variações. Três mestres cervejeiros vieram do mosteiro beneditino, onde essa cerveja é fabricada desde 1050, para passar um mês no Brasil e, assim, garantir que a tradicional receita fosse feita na unidade de Teresópolis, no Rio de Janeiro. Para alcançar tal resultado, a Petrópolis vai importar toda a matéria-prima necessária. Por causa disso, a Barock Dunkel chegará ao mercado custando algo em torno de R$ 15.

MARILI RIBEIRO, Agencia Estado

21 de maio de 2010 | 09h18

A aposta da Petrópolis, que detém 9,7% de participação do mercado consumidor nacional, pelos últimos dados do instituto Nielsen, seria questão de sobrevivência. ?Temos de explorar outros mercados, como é o caso do segmento de marcas superpremium, se quisermos expandir os negócios no eixo Rio-São Paulo?, diz o diretor de marketing da empresa, Douglas Costa.

Com boa presença nos mercados do Sudeste e Centro-Oeste, a empresa enfrenta dura concorrência da grupo Schincariol no Nordeste. Precisa lidar, ainda, com a disposição de brigar por cada milímetro de mercado em todo o País com a gigante AmBev, que detém 69% de participação das vendas totais de cerveja no Brasil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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