Presidente da Alcoa vê recuperação lenta, mas sustentável

A economia mundial está agora caminhando para uma recuperação sustentável, mas a trajetória será lenta, afirmou o presidente-executivo da produtora de alumínio Alcoa, a uma revista alemã nesta quinta-feira.

REUTERS

17 de setembro de 2009 | 10h17

"A queda livre acabou... Eu vejo agora uma série de sinais positivos, mas não espero um movimento rápido para cima. Acredito que o patamar vai se estabilizar e a partir daí avançar", afirmou Klaus Kleinfeld à revista Capital.

Segundo o executivo, a recuperação econômica já começou no Brasil e ele espera que a Índia volte a crescer este ano.

A China é um país "fenômeno" para ele depois que implementou o programa de estímulo econômico mais inteligente. Na expectativa do presidente da Alcoa, o país cumprirá a meta de crescimento de 8 por cento este ano.

Ele também afirmou que sinais positivos têm surgido nos Estados Unidos e citou aumento nas vendas de moradias, encomendas de produtos manufaturados e de veículos.

O executivo disse ainda que o preço do alumínio está em 1.900 dólares por tonelada depois de ter chegado a recuar para até 1.100 dólares. "Este aumento é um indicador muito importante", disse.

Um segundo indicativo de recuperação é o estoque dos distribuidores vazio, com um nível de esgotamento "nunca visto desde que a Alcoa foi fundada".

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