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Procurador do BC diz que não vê prejuízo à Caixa com Panamericano

Segundo Isaac Ferreira, patrimônio da instituição que pertencia ao grupo Silvio Santos foi recomposto após a descoberta de fraudes

Eduardo Cucolo, da Agência Estado,

14 de dezembro de 2011 | 16h07

BRASÍLIA - O procurador-geral do Banco Central, Isaac Ferreira, afirmou que o patrimônio do Panamericano foi recomposto, depois da descoberta de fraudes no banco, e, por isso, não vê prejuízo para a Caixa Econômica Federal, que adquiriu ativos do banco privado. "O BC só autorizou o negócio em caráter definitivo quando constatou uma recomposição patrimonial", afirmou.

Ele disse ainda que, em julho, quando foi autorizada a aquisição em caráter preliminar, não se tinha conhecimento das inconsistências contábeis.

Segundo o BC, as inspeções para checagem do mercado de cessão de crédito começaram em maio de 2010, em uma dezena de bancos. Em julho, o BC deu manifestação favorável ao negócio entre Caixa e Panamericano. Em agosto, foi iniciada a apuração específica no Panamericano, que durou até outubro. Em novembro, foi divulgado o problema no banco privado e determinada a capitalização. No mesmo mês, depois do socorro do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o BC aprovou definitivamente a operação.

O procurador-geral do BC participou hoje de audiência pública sobre a compra do Panamericano pelo grupo BTG Pactual na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados.

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