Quem é a “True Generation” e como ela impacta o mercado
Conteúdo Patrocinado

Quem é a “True Generation” e como ela impacta o mercado

McKinsey Talks debateu o comportamento dos consumidores e a busca por marcas responsáveis e éticas

McKinsey, Estadão Blue Studio
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

17 de março de 2022 | 07h30

Para falar sobre a “True Generation” e como ela impacta o mercado, o McKinsey Talks recebeu na última sexta-feira (11) as convidadas Gabriela Platinetty, digital expert associate partner da McKinsey em São Paulo; Gabriela Comazzetto, head of Global Business Solutions Latam e Brasil no TikTok & ByteDance; e Paula Englert, CEO e sócia da Box 1824 e cofundadora da NexoHW.

Durante a conversa, elas ressaltaram como pessoas que nasceram no ambiente completamente digital, a "True Generation" - também chamada de “geração z” -, apontam tendências e a necessidade de mudanças no relacionamento com marcas e nas redes sociais. A pandemia, contudo, tendo acelerado o processo de aprendizado de tecnologias por diferentes faixas etárias, teria modificado substancialmente a maneira como todos tratam diferentes situações. Isso exige uma nova abordagem das empresas em relação à experiência do consumidor como um todo.

“Tivemos 30% de aumento nas buscas por entretenimento durante a pandemia”, afirmou Gabriela Platinetty. Embora essa procura maior fosse esperada do público jovem, gerações mais velhas também passaram a se interessar mais e a aprender a linguagem do digital, chamando atenção das marcas para a necessidade de reavaliação do relacionamento empregado. “As empresas precisaram investir em um ponto específico da jornada do consumidor, que é a estratégia.”

Essa estratégia, porém, só será bem-sucedida se priorizar consistência de informação e identidade. O que a empresa tem como essência não deve ser diferente daquilo que o novo consumidor quer ouvir. Além disso, as pessoas estariam mais propensas a pagar mais, hoje, por uma oferta de experiência personalizada.

“É preciso trazer esse encantamento para o digital com relações mais íntimas”, explicou Paula Englert. Segundo ela, antes, as empresas deixavam a experiência mais simbólica, surpreendente e emocional para o ambiente físico. No ambiente digital, as relações eram objetivas. Mas o momento requer outra postura. E isso não deve se restringir à geração z.

A criação de conteúdos específicos para públicos de diferentes gerações deverá ser uma tarefa cada vez mais frequente. “No TikTok, você tem o encontro de gerações. Temos milhares de exemplos de vovôs no TikTok”, disse Gabriela Comazzetto. “Hoje, 66% dos nossos usuários criam conteúdo. Outra parcela prefere consumir. A ferramenta personaliza a entrega de acordo com o interesse de cada um, de cada comunidade.”

Futuro

Todas concordam que o que vai impactar e mudar o mercado é a vontade de expressar no ambiente online exatamente aquilo que vivemos no ambiente físico. Por isso, o mais importante para as empresas atualmente é ter uma marca responsável.

“Não existe nada mais poderoso do que a soma da vontade dos indivíduos com a marca ofertando a sua rede, a sua potência e tecnologia para ajudar a mudar as grandes necessidades que temos na sociedade”, ressaltou a CEO e sócia da Box 1824.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.