Ricardo Eletro e Insinuante esperam dobrar faturamento em quatro anos

Nova empresa resultante da fusão quer atingir um faturamento de R$ 10 bilhões

Rodrigo Petry, da Agência Estado, e Cátia Luz, Márcia De Chiara e Naiana Oscar , de O Estado de S. Paulo,

29 de março de 2010 | 13h07

A empresa resultante da fusão das redes de varejo Ricardo Eletrol  e da Insinuante, que se chamará Máquina de Vendas, espera atingir um faturamento do R$ 10 bilhões nos próximos quatro anos, dobrando o faturamento atual das duas companhias, de R$ 5 bilhões.

 

O resultado coloca o novo grupo como a segunda maior empresa de eletroeletrônicos e móveis do País, ultrapassando o Magazine Luiza e ficando atrás apenas da gigante formada pela união de Pão de Açúcar, Ponto Frio e Casas Bahia.

 

Segundo informação das empresas, a marca Insinuante será a bandeira predominante nas regiões Nordeste e Norte do País enquanto a Ricardo Eletro será utilizada no Centro Oeste e Sudeste.

 

Já o número de lojas, conforme as empresas, deverá saltar de 528 para mil. A holding espera inaugurar 50 novas unidades este ano, inclusive em regiões em que as duas marcas ainda não estão presentes.

 

As empresas atuam em 200 cidades distribuídas em 16 Estados mais o Distrito Federal. O controle da holding será compartilhado com 50% de participação de Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, que irá presidir a companhia, e 50% de Luiz Carlos Batista, da Insinuante, que ficará à frente do conselho executivo da holding.

 

Nos últimos anos, as duas redes travavam uma disputa pesada na região Nordeste, grande filão de crescimento do consumo do País. A rede Insinuante, que esteve no páreo para comprar o Ponto Frio adquirido na metade do ano passado pelo Grupo Pão de Açúcar teria visto na união com Ricardo Eletro uma forma de rebater o avanço do próprio Pão de Açúcar.

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