Sabesp transforma departamento em superintendência

A Sabesp decidiu criar a Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação para dar continuidade aos planos de expansão. Conforme nota, a nova área será responsável, entre outras ações, por coordenar estudos de tendências tecnológicas, definir a carteira de projetos de pesquisa da companhia e captar recursos financeiros junto às agências de fomento. A nova área será dirigida por Américo Oliveira Sampaio, responsável pelo antigo departamento de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, transformado agora em superintendência.

EQUIPE AE, Agencia Estado

24 de maio de 2010 | 19h35

Segundo a empresa paulista de saneamento, além de possibilitar a melhoria de processos operacionais, com a nova área seu portfólio de tecnologias será ampliado. Com a nova superintendência surgem três departamentos: o de prospecção tecnológica e propriedade intelectual, que irá avaliar tendências tecnológicas e de mercado, desenvolver parcerias com os demais setores da cadeia produtiva de saneamento, identificar tecnologias que possam se constituir em novos negócios e coordenar os processos de gestão de propriedade intelectual. O departamento de execução de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação responderá pela definição, contratação e acompanhamento de projetos, além da avaliação de resultados. Já o de acervo e normalização técnica tratará também de discutir a elaboração de leis com o Poder Legislativo e conselhos federais e estaduais.

Definir os projetos que a companhia apoiará em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) será uma das primeiras ações da nova superintendência. Em maio do ano passado foi assinado um termo de cooperação para o investimento em projetos de pesquisas científicas e tecnológicas na área de saneamento. Com validade de cinco anos e custo estimado de R$ 50 milhões, o contrato visa desenvolver e financiar projetos para tratamento e distribuição de água e esgoto, monitoramento de qualidade da água, eficiência energética, entre outros temas.

Quarenta e seis projetos das principais instituições de pesquisa do Estado de São Paulo foram inscritos na primeira chamada pública do convênio, que recebeu inscrições até 12 de abril. Nesta primeira etapa serão investidos até R$ 10 milhões.

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