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Senado dos EUA rejeita dois projetos de emendas para equilibrar o orçamento

Projeto democrata excluía das contas do orçamento os fundos fiduciários da previdência social; já o republicano estabelecia um limite anual de gastos de 18% do PIB

Álvaro Campos, da Agência Estado,

14 de dezembro de 2011 | 17h22

WASHINGTON - O Senado dos Estados Unidos rejeitou nesta quarta-feira, 14, dois projetos rivais de republicanos e democratas para acrescentar uma emenda na Constituição sobre o equilíbrio do orçamento. Por 79 votos contrários e 21 favoráveis, os senadores rejeitaram a versão democrata, que excluía das contas do orçamento os fundos fiduciários da previdência social. O Senado também rejeitou o projeto republicano, que estabelecia um limite anual de gastos de 18% do PIB, sendo que seria necessária uma maioria de três quintos no Congresso para elevar o limite de endividamento.

"Se nós queremos preservar o sonho americano para os nossos filhos, O Congresso precisa parar de gastar mais do que arrecada", disse o senador republicano Mitch McConnell, líder da minoria. "Muitas promessas foram feitas que não podem ser cumpridas - e agora chegou a hora de uma medida séria. Nós precisamos evitar que aconteça aqui o que está acontecendo na Europa", acrescentou.

Como os projetos eram para emendas à Constituição, era necessária uma maioria de dois terços para a aprovação. Caso fosse aprovada, a legislação também teria de obter o mesmo aval da Câmara e depois ser ratificada por pelo menos 38 assembleias legislativas dos Estados norte-americanos.

Essas votações sobre emendas para equilibrar o orçamento são obrigatórias, já que o acordo aprovado pelo Congresso em agosto para elevar o limite de endividamento do país exigia que cada Casa votasse um projeto nesse sentido até o fim deste ano.

As informações são da Dow Jones.

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