Senado dos EUA rejeita planos de emprego e impostos

Um dos planos era dos Democratas e o outro, dos Republicanos. Após descartar as propostas rivais, o Congresso continua o debate sobre o papel do governo na geração de postos de trabalho

Hélio Barboza, da Agência Estado,

21 de outubro de 2011 | 09h08

O Senado dos Estados Unidos rejeitou ontem duas propostas de incentivo à criação de empregos. Um dos planos era dos Democratas e o outro, dos Republicanos. Após descartar as propostas rivais, o Congresso continua o debate sobre o papel do governo na geração de postos de trabalho.

O projeto democrata previa a transferência de US$ 35 bilhões aos governos estaduais e locais, a fim de que eles mantivessem e recontratassem funcionários públicos, como enfermeiros, policiais e professores. O projeto seria financiado por um imposto de 0,5% da renda de quem ganha mais de US$ 1 milhão por ano.

A liderança republicana, por sua vez, havia proposto o cancelamento de um imposto de 3% sobre o salário dos funcionários temporários do governo, que é recolhido na fonte. Os US$ 11 bilhões dessa renúncia fiscal seriam pagos pela recuperação de um montante equivalente de verbas que não foram gastas e que estão em contas de agências do governo.

As propostas foram rejeitadas pelos senadores em votações separadas. Variações de ambos os projetos formaram parte do plano de geração de empregos do presidente Barack Obama, que foi derrotado no Senado na semana passada. As informações são da Dow Jones.

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