Setores mant?m previs?o de crescimento

O pacote do governo que elevou o Imposto sobre Opera??es Financeiras (IOF) e a Contribui??o Social sobre o Lucro L?quido (CSLL) dos bancos foi mal recebido pelos agentes econ?micos, mas seu efeito sobre a economia n?o dever? ser forte a ponto de inibir o crescimento. Setores como com?rcio, automotivo, constru??o civil e t?xtil mantiveram suas proje??es de expans?o em 2008. "O efeito financeiro ? neutro, mas o psicol?gico ? negativo", resumiu o vice-presidente da Associa??o de Com?rcio Exterior do Brasil (AEB), Jos? Augusto de Castro, referindo-se a seu setor. As proje??es se mantiveram porque, ao lado da eleva??o dos dois tributos, a economia foi liberada da Contribui??o Provis?ria sobre a Movimenta??o Financeira (CPMF). O resultado da combina??o dos dois fatores ? algo que ainda n?o est? claro para a economia. "Em tese, a sociedade brasileira saiu ganhando, porque o governo est? colocando uma sobretaxa de R$ 10 bilh?es mas est? deixando de receber R$ 40 bilh?es?, comentou o diretor-superintendente da Associa??o Brasileira da Ind?stria T?xtil e de Confec??o (Abit), Fernando Pimentel. Dentre os setores consultados, o de constru??o civil ? o mais otimista. Ap?s uma expans?o de cerca de 5% em 2007, a expectativa ? de uma taxa de crescimento de 6%. "Cresceremos 6% em cima de uma base de compara??o que j? ? forte?, comemora o presidente da C?mara Brasileira da Ind?stria da Constru??o (CBIC), Paulo Safady Sim?o. O pacote n?o atingiu o financiamento ? casa pr?pria, mas encareceu as outras linhas de cr?dito utilizadas pelo setor como, por exemplo, para compra de material de constru??o. "Vai encarecer, mas n?o tanto a ponto de nos levar a rever a proje??o". As informa??es s?o do jornal O Estado de S. Paulo.

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