Supervisor de falência dos EUA rejeita plano da Kodak

O supervisor de falência do governo dos Estados Unidos se opôs ao plano da Eastman Kodak de sair da concordata porque o projeto prevê pagamento de bônus ilegais para funcionários da empresa, incluindo um prêmio de US$ 1,9 milhão para o executivo-chefe da companhia, Antonio Perez.

AE, Agencia Estado

14 de agosto de 2013 | 16h24

O agente fiduciário norte-americano Tracy Hope Davis, um funcionário do Departamento de Justiça dos EUA que atua como um supervisor de tribunais de falência do país, teve como alvo uma série de bônus e prêmios prometidos para altos executivos da Kodak como parte do pedido de concordata da empresa.

Perez, que deveria pedir demissão como executivo-chefe da empresa após um ano da recuperação da Kodak da concordata, também receberia um prêmio adicional de até 155% do salário atual de US$ 1,155 milhão, US$ 2 milhões em pagamentos não competitivos e mais outros US$ 2 milhões em valores não concorrentes durante um período de dois anos, de período não concorrente.

A Kodak também quer pagar milhões em bônus e prêmios para sete outros altos-executivos como parte do plano. Davis questionou, em particular, numa ação no tribunal, se os pagamentos emergenciais para o executivo-chefe da Eastman Kodak e outros estão de acordo com as regras do Código de Falências para bônus em casos de quebra. Fonte: Dow Jones Newswires.

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