Tarifa aérea fica 16,2% mais cara em setembro

Segundo a Anac, tarifa média foi de R$ 285,96, o menor resultado para o mês de setembro desde 2002

Agência Estado,

29 de dezembro de 2011 | 13h46

A tarifa aérea média doméstica, indicador que representa o valor médio pago pelo passageiro pelo serviço aéreo público no Brasil, apresentou alta de 16,2% entre agosto e setembro deste ano, para R$ 285,96. Apesar da alta na comparação mensal, o resultado de setembro é o menor para o mês de setembro desde 2002, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o indicador apresentou queda de 1%.

O yield tarifa aérea doméstica (valor médio que o passageiro paga para voar 1 km em território nacional) foi de R$ 0,3672 em setembro de 2011. Quando comparado com o valor de setembro de 2002, ressalta a Anac, observa-se que o passageiro pagou menos da metade do valor que pagava há nove anos para voar 1 km. Após uma sequência de 15 meses consecutivos, na qual o indicador se manteve com o valor mais baixo em relação ao mesmo mês de anos anteriores desde 2002, o yield tarifa aérea doméstica de setembro de 2011 apresentou alta de 0,5% em relação ao mesmo mês de 2010 e de 16,4% em relação a agosto de 2011.

A variação anual acumulada da tarifa aérea média de janeiro até setembro de 2011 foi negativa em 8,4%. Já o yield tarifa aérea apresentou uma redução acumulada de 2,6% no mesmo período. Os valores são calculados com base nos dados das tarifas aéreas domésticas comercializadas pelas empresas aéreas, mensalmente registradas na Anac, e são atualizados pelo IPCA até o mês mais recente apresentado no Relatório de Tarifas Aéreas.

Ainda conforme a agência, são considerados os dados dos bilhetes de passagem do transporte aéreo doméstico regular de passageiros comercializados junto ao público adulto em geral, independentemente de escalas ou conexões, da antecedência de compra do bilhete, do dia do voo, do tempo de permanência do passageiro no destino e do canal de venda do bilhete aéreo. A Anac não considera os bilhetes oferecidos gratuitamente, os decorrentes de programas de fidelização (milhas) e os vinculados a pacotes turísticos, as tarifas corporativas, as tarifas diferenciadas oferecidas a empregados da própria empresa aérea e as tarifas diferenciadas para crianças. 

Tudo o que sabemos sobre:
aviaçãotarifa

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.