Telefônica defende ampla defesa das operadoras para sanções no PNBL

Segundo o presidente da empresa, as negociações avançaram bastante na reunião entre a concessionária e o ministério realizada ontem

Karla Mendes, da Agênica Estado,

29 de junho de 2011 | 08h23

A Telefônica defende que operadoras de telefonia devem ter "amplo direito de defesa" para as sanções que o governo quer impor no termo de compromisso das empresas para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). "Tem que ter um sistema com amplo direito de defesa", afirmou à Agência Estado o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente.

Segundo Valente, as negociações avançaram bastante na reunião entre a concessionária e o ministério realizada ontem. O executivo disse que a empresa está "otimista" em fechar um acordo com o governo para o PNBL. "Nossa proposta é boa e prevê o uso de várias tecnologias para oferta de banda larga", destacou. Ele acredita que hoje se chegará a um consenso. Por isso, o executivo disse que será convocado o conselho de administração da companhia no dia 30 para assinar a proposta.

Até ontem à noite, o Valente disse que não tinha conhecimento de novos parâmetros de qualidade e velocidade exigidos pela presidente Dilma Rousseff, conforme antecipou a Agência Estado. Ele observou, porém, que se esses quesitos forem incluídos no termo de compromisso, as empresas terão que dispor de mais tempo para avaliar a questão, que tem impacto direto em custos. "Não sei se dá tempo (até amanhã)", disse. 

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