Thyssen inicia nova fase para venda nos EUA

A ThyssenKrupp informou, na noite de terça-feira, 19, que está em ?negociação exclusiva? com um potencial comprador para a sua laminadora no Alabama, Estados Unidos. A brasileira CSN estava, nos últimos meses, preparando o terreno para fechar essa aquisição, conforme noticiado pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, em 27 de setembro.

FERNANDA GUIMARÃES, Agencia Estado

21 de novembro de 2013 | 08h01

A questão tratada era o fornecimento de placas para a laminadora, que poderia ser feito por meio de outro ativo da Thyssen, a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA). A Thyssen confirmou que o acordo inclui um contrato de longo prazo de fornecimento, o que garantiria o fornecimento da usina no Rio de Janeiro. A companhia alemã frisa que não há, até este momento, garantias de que a negociação será concluída com êxito.

A CSA e a usina do Alabama foram projetadas para funcionarem de forma casada. A CSA envia placas para a usina nos Estados Unidos, que fabrica os laminados, um produto usado, por exemplo, por montadoras de veículos.

O desejo inicial da CSN seria comprar ambas as usinas, mas não conseguiu avançar nas tratativas sobre a CSA. Segundo uma fonte, a siderúrgica foi barrada em duas questões: a insatisfação com o valor proposto e a dificuldade de acerto da Vale, que detém 27% do empreendimento no Rio.

A CSA e a laminadora americana foram colocadas à venda há mais de um ano, depois que o grupo alemão reconheceu o fracasso de sua tentativa de expandir seus negócios siderúrgicos nas Américas.

Além da CSN, a ArcelorMittal também é apontada como uma compradora em potencial. A usina do Alabama seria uma forma do maior conglomerado siderúrgico do mundo aumentar a sua presença nos Estados Unidos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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