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Trabuco: medidas terão impacto reduzido no Bradesco

O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, avalia que as medidas anunciadas hoje pelo governo para os mercados de câmbio e derivativos devem ter impacto reduzido no banco. "Ainda é muito cedo para avaliar esses impactos, mas a expectativa é de que não deve ser relevante por conta da nossa exposição em dólar."

ALTAMIRO SILVA JÚNIOR, Agencia Estado

27 de julho de 2011 | 13h53

Um dos pontos que precisam ser melhor avaliados, segundo o vice-presidente executivo do Bradesco, Domingos Ferreira Abreu, é o real tamanho da posição vendida em dólar dos bancos. "Podemos ter posição vendida em dólar que não está na BM&F. Pode ser hedge de empresas. O fato de ter posição vendida alta não quer dizer que estou apostando contra o dólar", afirmou o executivo.

Para Trabuco, as medidas devem garantir que "não haja diminuição exagerada da competitividade das empresas exportadoras". "O governo quer tentar criar barreiras para que não haja maior valorização do real, para que isso não se traduza em prejuízos para o sistema exportador brasileiro", disse Trabuco.

Como o banco anunciou seus resultados trimestrais hoje, Trabuco diz que ainda não avaliou com cuidado as medidas anunciadas pelo ministro Guido Mantega. "Ainda estamos absorvendo os impactos e entendendo melhor as regras", disse Trabuco durante teleconferência com a imprensa para comentar o balanço do Bradesco.

Para ele, as medidas devem ser interpretadas no sentido de não permitir um fortalecimento exagerado do real frente ao dólar em um momento que os investidores estrangeiros estão dispostos a trazer bilhões para o Brasil.

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