União de Telebrás e Eletrobras no PNBL foi bem recebida por Dilma

Segundo Paulo Bernardo, está sendo negociado um acordo em que duas companhias trabalhariam juntas na comercialização de redes de fibra ótica

Karla Mendes, da Agência Estado,

30 de junho de 2011 | 19h04

A possibilidade da Eletrobras se associar à Telebrás para expandir a rede de fibras óticas e explorar comercialmente o serviço foi bem recebida pela presidente Dilma Rousseff. A informação foi dada há pouco nesta quinta-feira, 30, pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Segundo o ministro, está sendo negociada uma proposta de acordo comercial em que a Eletrobras, ao invés de simplesmente "entregar as fibras" para a Telebrás, fará um "esforço conjunto" na comercialização. "A Telebrás faria os acordos econômicos, mas a Eletrobrás seria integrante. Pode ter uma terceira empresa só para explorar essas fibras. Aí sim justificaria a Eletrobrás colocar dinheiro (no negócio)", explicou Bernardo. "A Eletrobras pode ser sócia em uma nova empresa para fazer a expansão e a exploração. A conversa foi bem recebida pela presidenta", disse.

Ao investir em redes de fibra ótica para venda de capacidade no atacado, o ministro estima que haverá uma redução de 30%, em média, dos preços cobrados atualmente. Bernardo fez questão de esclarecer, no entanto, que a proposta do governo de investir R$ 1 bilhão por ano em fibras óticas não foi abandonado.

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