Venda da Credicard visa otimizar negócios, diz Citi

A venda da Credicard para o Itaú Unibanco demonstra como o Citi Brasil está encontrando formas de otimizar seus negócios e de focar em segmentos específicos nos mercados emergentes em linha com a sua estratégia global. A análise é de Francisco Aristeguieta, CEO do Citi América Latina.

ALINE BRONZATI, Agencia Estado

14 de maio de 2013 | 20h04

"Fazemos negócios no Brasil há 98 anos e continuaremos ampliando nossos negócios institucionais e de banco de varejo no País. O Brasil é um importante mercado em crescimento, e é parte essencial da presença do Citi na América Latina e da sua rede global", destaca ele, em comunicado à imprensa.

O Citibank espera que a transação, após ser aprovada pelas autoridades reguladoras brasileiras, gere um ganho sobre a venda de aproximadamente US$ 300 milhões após os impostos (US$ 0,10 por ação) na conclusão da operação.

Segundo nota do banco, as atividades de negócios serão refletidas em operações descontinuadas a partir do segundo trimestre de 2013.

Ao adquirir a Credicard, o Itaú traz para o banco uma carteira de crédito com valor bruto de R$ 7,3 bilhões e 96 lojas da Credicard. A transação não inclui, porém, cartões Corporativos, os portfólios das marcas Citi, Diners, Credicard Platinum (exceto Exclusive), e cartões Credicard American Airlines, que serão migrados para a marca Citi e continuarão sendo administrados pelo banco. A rede de agências Citibank também não será afetada por esta transação, destaca o banco.

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