Vendas da destilaria Diageo sobem no 1º trimestre fiscal

A Diageo, maior destilaria do mundo, reportou hoje alta nas vendas e nos volumes comercializados no primeiro trimestre fiscal. O crescimento foi impulsionado pelo aumento da demanda em mercados emergentes da América Latina, da África e da região da Ásia no Pacífico, onde a companhia continua a aumentar seu gasto com marketing.

CLARISSA MANGUEIRA, Agencia Estado

19 de outubro de 2011 | 12h52

A fabricante britânica das marcas Johnnie Walker, Guinness e Smirnoff afirmou que as vendas orgânicas subiram 9% no 1º trimestre fiscal, em bases anuais, com os volumes aumentando 5%. As vendas orgânicas excluem o efeito de aquisições, vendas de ativos e movimentos cambiais.

As vendas na América Latina e no Caribe subiram 30%, enquanto as na região da Ásia e da África aumentaram 14% e 9%, respectivamente. As vendas da América do Norte e na Europa aumentaram 5% e 6%, respectivamente. Os volumes na América do Norte recuaram 2%.

A Diageo espera que as economias emergentes contribuam com metade de sua receita mundial nos próximos três a cinco anos. A demanda por uísque, rum e outras bebidas premium de populações em ascensão econômica nos países em desenvolvimento está alimentando o crescimento da indústria ao redor do mundo.

A receita líquida subiu para 8,36 bilhões de euros no primeiro trimestre fiscal, de 6,45 bilhões de euros no trimestre fiscal anterior, devido principalmente à aquisição da Mey Icki, da Turquia, no fim de fevereiro.

A Diageo alertou que os movimentos cambiais devem afetar o lucro operacional no ano fiscal em aproximadamente 35 milhões de euros, acima das previsões anteriores.

O presidente-executivo da Diageo, Paul Walsh, disse em comunicado que "as tendências de consumo estão praticamente inalteradas". "Estamos atentos a qualquer impacto que a frágil economia global possa ter sobre os padrões de negociação." As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
Diageobalançovendasbebidas

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.