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Vendas diretas encolhem R$ 400 milhões no primeiro semestre

Número de profissionais que trabalham na venda porta a porta ficou estável, em 4,3 milhões de pessoas

Dayanne Sousa, O Estado de S.Paulo

19 Setembro 2016 | 18h27

O canal de vendas diretas registrou queda de 2,2% no volume de negócios no primeiro semestre de 2016 na comparação com igual período do ano passado. 

O volume encolheu em mais de R$ 400 milhões na comparação anual, ficando em R$ 19 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

A ABEVD reportou ainda estabilidade no número de profissionais autônomos do setor, que se manteve no patamar de 4,3 milhões de pessoas.

O setor de venda direta é caracterizado por companhias que comercializam produtos por meio de revendedores porta a porta, caso de marcas como Natura e Avon. Segundo a consultoria Euromonitor, o segmento de beleza e cuidados pessoais é responsável pela maior fatia dos negócios em venda direta no Brasil. 

Mesmo com o recuo no volume de negócios, a ABEVD considerou que os dados ainda indicam resiliência das vendas diretas num cenário macroeconômico desafiador. De acordo com a entidade, o desempenho tem apresentado tendência de melhora. 

Considerando apenas o mês de junho, o volume de negócios cresceu 1,6% ante igual mês de 2015. 

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