Vendas em São Paulo aumentam às vésperas do Dia das Crianças

Segundo dados da ACSP, do dia 1.º deste mês até domingo, 7, o movimento de vendas cresceu 6,5%

Pedro Henrique França, da Agência Estado,

08 de outubro de 2007 | 16h39

Uma semana antes do Dia das Crianças, que será comemorado nesta sexta-feira, 12, o comerciou da capital paulista apresentou alta nas vendas. Segundo dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), do dia 1.º deste mês até domingo, 7, o movimento de vendas cresceu 6,5% ante o mesmo período de 2006. De acordo com a entidade, as consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) elevaram 6,9%, enquanto ao UseCheque o avanço foi de 6,1%. A média dos dois sistemas resulta no avanço de 6,5%. Na avaliação do presidente da ACSP, Alencar Burti, o aumento nos pagamentos à vista já era esperado dentro do varejo. Para ele, os preços estão bons e os financiamentos mais alargados. "Estimamos que haveria um bom crescimento com os pagamentos em cheques, principalmente os de menor valor. Já o crescimento do crediário ocorre por causa das campanhas de várias redes de lojas", disse. Nacional O levantamento da ACSP também inclui pesquisa de intenção de compra, realizada sob encomenda pela Ipsos Affairs entre os dias 24 e 30 de setembro deste ano. Nele, revela-se que 33% dos pais brasileiros pretendem comprar presentes para o Dia das Crianças. Pessoas com idade entre 25 e 34 anos apresentaram maior intenção de compra, com 45% de respostas positivas. Fugindo das dívidas, visto que o Natal está próximo, a pesquisa revela que 84% das compras devem ser realizadas à vista, contra 12% dos brasileiros que vão optar pelo parcelamento. O valor médio dos presentes deve ser de R$ 66,97, sendo que nas famílias de renda até R$ 300 o valor é de R$ 20,95, enquanto nas famílias com renda superior a R$ 1,8 mil, o valor médio dos presentes sobe para R$ 116,17. Na capital paulista, o valor médio dos presentes deve ficar em torno de R$ 67,00. Para a pesquisa foram realizadas mil entrevistas em 70 cidades e nove regiões metropolitanas. A margem de erro é de três pontos percentuais com um intervalo de confiança de 95%. 

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