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Via Varejo reverte prejuízo e tem lucro de R$ 20 milhões no 2º trimestre

Via Varejo reverte prejuízo e tem lucro de R$ 20 milhões no 2º trimestre

No mesmo período do ano passado, a empresa havia registrado prejuízo de R$ 85 milhões

Rodrigo Petry, especial para o Estado, com Reuters

24 de julho de 2018 | 09h07

A Via Varejo registrou lucro líquido de R$ 20 milhões no segundo trimestre, revertendo prejuízo de R$ 85 milhões registrado no mesmo período do ano passado, informou na noite de segunda-feira o braço de comércio de móveis e eletrodomésticos do GPA.

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) ajustado subiu 25,1%, para R$ 394 milhões, com margem de 6,1%, quase um ponto porcentual acima do registrado no segundo trimestre do ano passado.

“Este é o 6º trimestre consecutivo de expansão de margem na comparação com o mesmo período do ano anterior”, disse a empresa.

Inadimplência. A Via Varejo reportou uma inadimplência acima de 90 dias no crediário de seus clientes de 9,5% sobre o total da carteira no segundo trimestre, avançando sobre o mesmo período do ano passado (9,1%) e em comparação ao primeiro trimestre deste ano (7,5%).

Segundo a empresa, a inadimplência acima de 90 dias está "dentro dos parâmetros para um negócio sustentável" – mas não informou qual seria essa proporção. "Continuamos investindo nos processos e sistemas de controle de riscos, bem como na melhoria da experiência de nossos clientes", informou a varejista.

Em relação à política crédito, a Via Varejo informou que adotou, em maio deste ano, novos modelos de análise e segmentação, "permitindo reduzir o tempo de aprovação e reprovação" da oferta de crediário.

Ao longo do segundo trimestre deste ano, cerca de 65% das decisões foram automáticas, sendo que apenas em julho esse porcentual avançou para 72%.

Já a carteira de atrasos de 15 a 90 dias encerrou o segundo trimestre em 14,4%, ante 13,9% de um ano antes e 16,3% do período entre janeiro e março.

A empresa terminou julho com uma relação entre caixa líquido e Ebitda de 1,2 vez, ante 1,4 vez no término de igual mês de 2017. O caixa líquido ajustado, que inclui recebíveis não descontados, terminou o período em R$ 2,007 bilhões, um avanço sobre os R$ 1,870 bilhão de um ano antes.

Sobre o capital de giro, a Via Varejo destaca que encerrou o segundo trimestre com uma variação de capital de giro positiva em relação ao segundo trimestre do ano passado.

"Estrategicamente, seguimos com estoques elevados (financiado por nossos fornecedores) como forma de minimizar os efeitos da desvalorização do real e potencial redução na estimativa de produção dos nossos fornecedores.

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