Volkswagen do Brasil investirá R$ 143 mi em usina

A Volkswagen do Brasil anunciou hoje que investirá R$ 143 milhões na construção de uma segunda Pequena Central Hidrelétrica (PCH). A usina, com inauguração prevista para 2013, terá capacidade instalada de 25,5 megawatts por hora (MW/h) e três turbinas. A unidade vai gerar 22,1 mil toneladas de crédito de carbono por ano, segundo a empresa.

AE, Agencia Estado

19 de outubro de 2010 | 11h36

Em nota, a montadora informa que sua primeira PCH, em operação desde março de 2010, é a Central Elétrica Anhanguera S.A. (Celan). Resultado de uma parceria entre a Volkswagen, a Seband e a Pleuston, ela foi construída no Rio Sapucaí, um afluente do Rio Grande, entre as cidades de São Joaquim da Barra e Guará (SP). A unidade já em operação tem uma capacidade instalada de 22,68 MW/h e possui um potencial de geração anual de 18,3 mil toneladas de crédito de carbono.

A futura PCH, por sua vez, ficará próxima à Celan. Juntas, as duas usinas totalizam um investimento de R$ 273 milhões. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, os investimentos mostram a preocupação da empresa no desenvolvimento de alternativas de energia geradas por fontes limpas e renováveis. Segundo ele, a sustentabilidade é um dos objetivos estratégicos da empresa.

Novo carro

A Volkswagen trabalha no desenvolvimento de um carro pequeno, mais barato que o Gol, que será produzido em uma das três fábricas do grupo no País até 2014. O novo modelo teria hoje preço na faixa de R$ 20 mil a R$ 23 mil, tendo como maior concorrente o Uno, da Fiat. Com a nova versão, lançada há quatro meses, o modelo da Fiat se aproximou do tradicional líder de mercado, o Gol, que custa a partir de R$ 27 mil.

Esse segmento, chamado no mercado ?de entrada? (os mais baratos de uma gama de produtos), ou de A00 pela Volkswagen, representa hoje 7% das vendas totais de automóveis. ?Esse segmento vai dobrar de tamanho nos próximos quatro a cinco anos e não podemos ficar de fora?, justificou ontem o presidente da Volkswagen do Brasil. Além do Uno, a intenção da montadora é se preparar para a concorrência dos modelos chineses, coreanos e japoneses que serão produzidos em breve no País. Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

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