Wall St sobe pelo 2o dia; bancos avançam com JP Morgan

As bolsas de valores dos Estados Unidos subiram pelo segundo dia seguido nesta quarta-feira, depois que o presidente-executivo do JP Morgan disse que o banco foi lucrativo em janeiro e fevereiro, repetindo comentários feitos na véspera pelo presidente do Citigroup. O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, fechou com oscilação positiva de 0,06 por cento, a 6.930 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq ganhou 0,98 por cento, para 1.371 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve valorização de 0,24 por cento, a 721 pontos. O pequeno ganho do Dow Jones foi consequência da queda dos preços do petróleo, que puxaram para baixo ações de empresas do setor de energia e limitaram os ganhos. As declarações do presidente-executivo do JP Morgan, Jamie Dimon, à rede de televisão CNBC vieram após um discurso em que ele disse que o departamento de bônus do banco teve os dois meses de mais trabalho da história. Os comentários de Dimon seguiram declarações similares de Vikram Pandit, presidente-executivo do Citigroup, que na véspera fez Wall Street ter seu maior rali em quase quatro meses. As ações do JP Morgan subiram 4,6 por cento, a 20,40 dólares, enquanto o índice de bancos avançou 3,1 por cento. Dimon "acalmou os mercados. Ele foi a voz da razão", disse Angel Mata, diretor-gerente de ações da Stifel Nicolaus Capital Markets em Baltimore. Uma recomendação de corretores para investidores comprarem ações da Hewlett-Packard elevou os papéis de empresas fabricantes de computadores, e o índice Nasdaq terminou o pregão com alta de quase 1 por cento. As ações da HP tiveram valorização de 5,8 por cento, a 28,61 dólares, no topo das ações com maior alta no índice Dow Jones. No Nasdaq, os papéis da Apple, a fabricante de computadores MacBook e do iPod, subiram 4,6 por cento, a 92,68 dólares. Os da Dell exibiram avanço de 2,5 por cento, a 8,98 dólares.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.