Arie Halpern: assistentes virtuais fortalecem comunicação com usuário

(DINO - 25 jan, 2017) - Os assistentes virtuais já são parte da rotina doméstica de muita gente. Impulsionados pelo avanço nas áreas de inteligência artificial (AI), eles estão presentes na grande maioria de celulares e tablets e estão chegando aos computadores e às residências. Segundo Arie Halpern, economista e empreendedor com foco em inovação e tecnologias disruptivas, assistentes virtuais os assistentes virtuais são o futuro da comunicação máquina-usuário.

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

25 de janeiro de 2017 | 09h46

Siri foi a primeira assistente virtual a conquistar o público. Ela foi desenvolvida por uma empresa de mesmo nome para os smartphones da linha iPhone em 2010. Dag Kittlaus, cofundador da Siri, e Harry Saddler, especialista em design, criaram a assistente da Apple para ter uma atitude própria, assim como uma história de fundo. Eles também queriam que ela se mostrasse "transcendental", "vagamente consciente da cultura popular" e portadora de uma "sagacidade seca". "Qualquer pessoa que "conversou" com a Siri percebe facilmente que eles conseguiram criar o que haviam imaginado", diz Arie Halpern. "Não é à toa que a popularidade dela cresceu tão rapidamente." A empresa foi posteriormente comprada pela Apple para dar continuidade ao projeto.

Após o sucesso da Apple, diversos desenvolvedores passaram a trabalhar em assistentes para seus próprios produtos. O Google criou o Google Now e a Microsoft investiu na Cortana. Até mesmo a Amazon entrou no jogo, com sua assistente Alexa. Arie Halpern aponta que o principal objetivo em desenvolver assistentes virtuais é oferecer ao consumidor novas formas de se relacionar com celulares e outros dispositivos, tornando a comunicação entre usuário e tecnologia mais eficiente. "Além disso, a inteligência artificial faz com que os assistentes aprendam sobre os hábitos dos usuários, oferecendo serviços personalizados", acrescente o economista.

O Google e a Amazon entraram nos últimos anos em uma disputa acirrada para colocar os assistentes virtuais de dentro de casa. Tanto o Amazon Echo quanto o Google Home são dispositivos com designs modernos e decorativos, com inteligência artificial capaz de conversar com o usuário, oferecer informações e até realizar compras no site da empresa, no caso da Amazon. Além disso, os dois funcionam com sistemas avançados de reconhecimento de voz avançados para poder compreender os comandos dados pelos usuários. Os aparelhos também podem ser conectados a equipamentos de smart houses ("casas inteligentes") e controlar outros aparelhos, como sistemas de luzes e eletrodomésticos.

Os antigos criadores da Siri, no entanto, querem levar as assistentes virtuais para o futuro e criaram a startup Viv, que está projetando uma assistente de mesmo nome. A ideia da empresa é que Viv responda qualquer pergunta do usuário, ajudando-o da melhor maneira possível. Por exemplo, pode chegar em determinado endereço Viv pode mostrar os horários das estações de metrô e ônibus, quais os carros compartilhados mais próximos e estimar o valor e tempo de trajeto, podendo até mesmo fazer o pedido em um aplicativo de caronas automaticamente. Para Arie Halpern, a evolução das assistentes virtuais depende, mais do que a inteligência artificial, da melhora na comunicação entre assistentes e usuários.

Website: http://www.ariehalpern.com.br

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