CNseg caminha na contramão da históriapor Sérgio Suslik Wais, presidente da Gente Seguradora e Integrante do Movimento Livre Iniciativa Para Todos

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Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

16 de março de 2017 | 06h30

São Paulo--(DINO - 07 mar, 2017) - A gravidade das acusações de fraudes e irregularidades é, por si só, um sinal de alerta claramente aceso no sentido de que algo está errado, muito errado no sistema em vigor do seguro obrigatório DPVAT - não é de hoje. E deixa igualmente bastante clara a necessidade de se rever o modelo atual. Contudo, a CNSeg (Confederação Nacional das Seguradoras) parece ser a única entidade que ainda não percebeu isso, talvez para manter intocáveis os privilégios que os grandes grupos seguradores desfrutam na Seguradora Líder, a gestora do DPVAT por eles controlada através de um esdrúxulo acordo de acionista.

Para manter o status quo, a CNSeg age nos bastidores, ao invés de promover um debate aberto sobre a questão envolvendo todos os segmentos interessados. Como tal, age sem a devida transparência, em desprezo à importância do assunto e em desrespeito às demais forças do mercado, como a Fenacor (leia nesta edição a matéria "CNSeg e Fenacor em linha de colisão"). Sim, a Fenacor, que teve a coragem de trazer a público suas ideias, certa de que o atual modelo do DPVAT está esgotado e não serve à sociedade.

Mas não só a Fenacor reconhece que o atual modelo do DPVAT agoniza e propícia a reprodução de falcatruas, irregularidades, vantagens indevidas, locupletação e tantos outros ilícitos. Na mesma linha estão instituições respeitadas. E não são poucas. Entre elas, estão o Tribunal de Contas da União (TCU), a Polícia Federal, o Ministério Público de Minas Gerais, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou as fraudes no DPVAT.

Todas reconhecem a existência de ilicitudes no DPVAT e pregam o debate e a conveniência de mudanças efetivas ou mesmo a troca de modelo, varrendo em definitivo o monopólio nesse seguro.

O modelo atual, sustentado no monopólio dos grandes grupos seguradores, não se sustenta mais. Só a CNSeg navega contra. Por que será?

Website: http://genteseguradora.com.br/

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