Como melhorar a produtividade no trabalho através da qualidade do ar?

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Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

03 de janeiro de 2017 | 10h46

São Paulo, SP--(DINO - 03 jan, 2017) - Segundo a pirâmide de Maslow, as necessidades fisiológicas do homem são a base de tudo que venhamos desempenhar em nossas vidas. A sensação de fome, sono, cansaço entre outras nos causam grande desconforto, tornando difícil ou nos incapacitando de realizar até as atividades mais simples de nosso dia a dia.

Mas você sabia que o desconforto térmico também faz parte deste grupo de reações indesejáveis? Tanto o frio como o calor em excesso impacta de forma negativa até as atividades mais simples do nosso cotidiano, entretanto para um ambiente climatizado de forma satisfatória é preciso atentar-se a uma série de parâmetros, que vão além da temperatura.

De acordo com um estudo da Agência Nacional de Proteção Ambiental nos EUA concluiu-se que a melhoria da qualidade do ar interior pode resultar em maior produtividade e menos dias de trabalho perdidos. A Agência estima que o ar interno com baixa qualidade pode custar à nação dezenas de bilhões de dólares por ano em perda de produtividade e assistência médica.

A abstenção (faltas ao trabalho relacionadas a problemas de saúde) em locais com baixa qualidade do ar climatizado deve-se muitas vezes a concentração em excesso de microrganismos patogênicos e agentes poluentes, portanto é preciso atentar-se a etapas importantes como a higienização do local, manutenção de equipamentos e na taxa de renovação do ar.

A má qualidade do ar é responsável pelo agravamento de doenças respiratórias já existentes, além de desencadear doenças popularmente conhecidas por usuários de ambientes climatizados como gripes e resfriados, entre outros problemas de saúde transmitidos por vírus e bactérias que aglomeram-se no ar, nos contaminando através de nossas vias respiratórias.

Portanto a qualidade do ar interior deve ser uma preocupação de âmbito geral, visto seu impacto em nossa qualidade de vida e na produtividade no trabalho.

Buscando estabelecer um padrão para qualidade do ar climatizados no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou a Resolução RE 09, 2003 - ANVISA, voltada para locais de uso público e coletivo que utilizam ar condicionado em suas instalações.

A RE 09 determina o valor máximo recomendável de agentes de contaminação em ambientes climatizados, distinguindo-os como provenientes de natureza química ou biológica. Quando estes valores forem superiores aos estipulados na Resolução, torna-se necessário adotar ações corretivas par eliminação do problema. Os parâmetros exigidos pela Resolução RE 09 são:

1- Pesquisa e contagem de fungos ? Atentando que é inaceitável a presença de fungos patogênicos e toxigênicos

2- Dióxido de carbono ? Para avaliar se o sistema é capaz de realizar a renovação do ar.

3- Determinação de temperatura, umidade e velocidade do ar ? Assegurando o conforto térmico dos ocupantes.

4- Aerodispersóides totais ? Poeira total

O descumprimento da Resolução RE 09, resulta na aplicação de multas que variam entre 2.000 e 200 mil reais além de uma má reputação a imagem do estabelecimento.

Uma forma de prevenir tamanho transtorno é atestando a qualidade do ar interior que você e os demais respiram, solicitando o serviço de Análise da Qualidade do ( Entenda melhor sobre este serviço no link á seguir: www.lbnanalises.com.br/analise-da-qualidade-do-ar/ ) serviço realizado por laboratórios analíticos como por exemplo o LBN Análises que atua a mais de 15 anos no mercado sendo referência neste segmento.

Portanto investir na qualidade do ar climatizado do seu estabelecimento irá gerar resultados positivos tanto na produtividade como na qualidade de vida de seus colaboradores.

Website: http://www.lbnanalises.com.br/analise-da-qualidade-do-ar/

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