Dor crônica prejudica rotina de até 40% dos trabalhadores

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Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

21 de dezembro de 2016 | 14h03

São Paulo - SP--(DINO - 21 dez, 2016) - Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), a dor crônica é, atualmente, a causa principal de incapacitação para o trabalho, podendo gerar sérias consequências psicossociais e econômicas. Muitos dias de expediente podem ser perdidos por cerca de 40% dos trabalhadores. A entidade aponta, ainda, que a parcela da população mais atingida é aquela que realiza tarefas exaustivas e, principalmente, as mulheres, por acumularem duplas ou até triplas jornadas.

Os especialistas afirmam que as queixas mais comuns relacionadas ao trabalho são as dores de cabeça, nas costas, na região lombar, tendinites e bursite de ombro. Esses incômodos são causados geralmente por maus hábitos diários, como passar longas jornadas em pé ou sentado em posição viciosa, ficar muito tempo em frente ao computador com tela pequena e mal posicionada, mousepad sem apoio para o punho, levantar ou carregar objetos pesados, utilizar cadeira sem braços, má postura ao dirigir e até colocar a carteira no bolso de trás da calça.

Mas não é por isso que a dor precisa ser aceita e fazer parte do seu cotidiano. De acordo com o Dr. Irimar de Paula Posso, presidente da SBED, a dor não deve ser negligenciada. "Toda dor merece atenção. O paciente, independentemente da idade, função ou hábitos, deve ser crítico quanto aos sintomas percebidos".

O médico explica que pequenas mudanças no dia a dia podem combater o problema. "Postura correta, interrupções periódicas do trabalho, evitar o carregamento de pesos, uso de móveis e equipamentos ergonômicos, alimentação saudável e exercícios de alongamento, relaxamento e marcha são medidas simples que podem trazer inúmeros benefícios ao longo do tempo".

Rapidez e praticidade em tratamentos alternativos

Para pessoas que apresentam uma rotina muito corrida e agitada, uma opção prática e viável são os métodos alternativos, pois é possível realizá-los em casa e em poucos segundos. Um desses métodos, que acaba de chegar ao mercado brasileiro, é o Helical ? pequeno disco de silicone com microbobinas de carbono. Fabricado com nanotecnologia japonesa, o dispositivo promete aliviar as dores crônicas sem uso de medicamentos.

Ao entrar em contato com a pele, o Helical já começa a absorver as ondas eletromagnéticas emitidas pelo músculo tenso, proporcionando um leve aquecimento no local. É um grande aliado contra o uso excessivo dos anti-inflamatórios e analgésicos, os quais apresentam diversos efeitos colaterais, quando consumidos prolongadamente.

Segundo a empresária Emi Imasato, o produto chamou sua atenção, pois poderia aliviar suas dores no pescoço e a tendinite nos ombros que sentia por conta do trabalho. "Logo na primeira semana de uso, senti uma melhora significativa na tendinite. Continuei usando por duas semanas e percebi que a tendinite havia sumido. Hoje me fidelizei ao Helical. Não pode faltar na minha gaveta".

Pesquisa de eficiência do Helical

Um estudo realizado voluntariamente em 20 médicos-pacientes de São Paulo, de diferentes especialidades, mostrou que houve alívio de sintomas musculares em 95% desses pacientes, após o produto ser fixado na região dolorida.

Por não ser um dispositivo magnético, pode ser utilizado inclusive por portadores de marcapasso. De acordo com o médico, as novas tecnologias são uma ótima alternativa no tratamento desse tipo de dor. "Os tratamentos não farmacológicos são geralmente considerados seguros, pois trazem efeitos adversos mínimos", completa.

Website: http://www.helicaldobrasil.com.br

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