Economia Compartilhada ajuda empreendedores a gerar lucro, defende especialista

São Paulo--(DINO - 22 fev, 2017) - Já ouviu falar em Economia Compartilhada? Esse termo vem do inglês Sharing Economy. Trata-se de uma prática de dividir o uso ou a compra de serviços facilitada, principalmente por aplicativos que possibilitam maior interação entre as pessoas. De acordo com a 11ª edição da pesquisa TIC Domicílios, que mede a posse, o uso, o acesso e os hábitos da população brasileira em relação às tecnologias de informação e de comunicação, 58% da população brasileira usam a internet o que representa 102 milhões de internautas. Ainda de acordo com a pesquisa, o telefone celular é o dispositivo mais utilizado para o acesso individual da internet pela maioria dos usuários (89%). Em seguida vem o computador de mesa (40%), computador portátil ou notebook (39%), tablet (19%), televisão (13%) e videogame (8%).

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

22 de fevereiro de 2017 | 15h18

Mas alguns internautas pensam que a Economia Compartilhada está ligada apenas a aplicativos e tecnologia. Todavia, esse tipo de economia abrange três possíveis tipos de sistemas, que são os Mercados de Distribuição, quanto um item usado passa de um lugar onde não é mais útil para onde ele é; Lifestyles Colaborativos, cuja base é o compartilhamento de recursos, tais como tempo, habilidade e dinheiro; e Sistemas de Produtos e Serviços, quando o consumidor paga pelo benefício do produto, e não pelo produto em si.

O termo Economia Compartilhada passou a ser utilizado mais frequentemente após os anos 2000, com o desenvolvimento das tecnologias da informação e o crescimento das redes sociais, proporcionando, então, o surgimento de plataformas online que possibilitaram o compartilhamento de informações. Com isso, essa economia está interferindo a forma de os consumidores entenderem "oferta e demanda" e suas relações com os bens materiais e com as pessoas.

Através da Economia Compartilhada, uma nova forma de se relacionar surgiu: é como se hoje as pessoas estivessem se colocando de volta em um movimento de proximidade que foi atingido pela ascensão da tecnologia, porém com laços que acontecem em uma escala global. De acordo com o especialista em Educação Financeira Uesley Lima, a vantagem da Economia Compartilhada é economizar financeiramente, porém, existe outro ponto de relacionamento a ser considerado. "A grande sacada é ter uma rede de contatos, o chamado "networking", e isto pode contribuir futuramente para projetos das mais diferentes formas", considera Lima.

Com essa ferramenta de relacionamento virtual, a Economia Compartilhada é considerada por empreendedores uma oportunidade para ganhar dinheiro. "Hoje, com o mundo globalizado e a tecnologia, a Economia Compartilhada vem para contribuir e aumentas as oportunidades de empreender, ter mais dinheiro e, inclusive, usar de maneira diferenciada as finanças", pontua Lima. Com as pessoas conectadas, é possível realizar diversos serviços com a visão de obter lucro.

E para quem tem interesse em aprender mais sobre economia e formas de ganhar dinheiro através do empreendedorismo e mercado de ações, o especialista Uesley Lima dedica parte do seu tempo preparando conteúdos para compartilhar virtual e pessoalmente através do Grupo The One, criado com o objetivo de capacitar e treinar qualquer pessoa a operar na Bolsa de Valores e oferecer diversas opções em Renda Fixa. A empresa oferece cursos e treinamentos que foram desenvolvidos de acordo com o mercado financeiro atual. Para saber mais, acesse: www.grupotheone.com.br.

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